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Oficinas Culturais – Programação de atividades da Oficina Cultural Altino Bondesan – São José dos Campos

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Oficinas Culturais – Programação de atividades da Oficina Cultural Altino Bondesan – São José dos Campos.

ESCOLA X EMPRESA

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Einstein, qdo veio ao Brasil, disse que não sabíamos pensar. Isto na década de 40 do século passado. Mas, será que de lá pra cá a situação mudou?
Arie de Geus diz que instalações físicas, por melhores que sejam, não são garantia de uma grande vantagem sobre as outras escolas. Tecnologia tb não é. Muito menos preço. Ou você vê alguma vantagem em entrar em guerra de “quem tem mensalidade mais baixa” com a escola do outro lado rua? O que diferencia uma escola, o que faz ela durar, é o capital humano. É reter os melhores professores. É fazer com que eles e os alunos se sintam, realmente, parte da escola. E as escolas públicas? Que estão com a maioria da população estudantil do país, o que fazer? Isto mais parece uma “bola de neve” ou é falta de vontade mesmo? O que pensar? Os países que investiram sério na Educação tiveram um avanço de qualidade em todos os setores. Questiono, qdo acordaremos para isto!!!!!!!!!!!

A criança e o Adolescente com dotes especiais

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As crianças bem dotadas e talentosas são emocionalmente normais e até pessoas melhor ajustadas, porque eles têm que ser emocionalmente mais fortes, para conseguirem manter desempenhos extraordinários.

Este equilíbrio é proporcionado pela motivação e força interior em grau mais elevado, apresentando assim uma melhor e maior produtividade, com níveis de ansiedades mais baixos. Resultante da assincronia entre idade cronológica e do desenvolvimento cognitivo.

Para estas crianças Csikszentmhalyi (1993) verificou que ao aprender enfrentar tarefas difíceis, quanto mais fortes forem o apoio social recebido, mais desenvolvidas serão as habilidades da criança, embora a escola tenha mostrado ser menos influente, como fonte de apoio, do que a família. Isto foi mostrado claramente no filme que assistimos. O descompasso entre o desenvolvimento intelectual e o emocional é fonte de tensões e origem de desajustamento. Se tiver um orientador a seu lado, para ensiná-la a vencer a distância entre o desenvolvimento emocional cronológico e o intelectual, mais adiantado. Não se sentirá dividida, solitária, mas se estiver sozinha usará toda a sua energia para tentar equilibrar esses extremos de sua personalidade.

Esta assincronia é sistematicamente apontada por autores mais diversos. Conflito gerado por ter a inteligência de um adulto em um corpo de criança com emoções de uma criança, envolve certas dificuldades. Ela aparece no processo de pensamento, crianças apresentando semelhança de pensamento ao das “autoridades”, ou “experts” no assunto, no sentido de que fazem mais referências ao que já sabem ao invés de lidar somente com a informação apresentada.

Concluímos nas aulas, que os mais dotados e talentosos apresentam também uma dissincronia, que Terrassier (1979) aponta para caracterizar a disparidade entre diferentes facetas do desenvolvimento destas crianças. Ele contrasta dois tipos de dissincronia uma de ordem interna que ocorre no interior da própria criança e a outra entre a criança e seu ambiente, incluindo tanto a escola como a própria família.

A dissincronia de ordem interna ocorre – nos diferentes ritmos de desenvolvimento que pode ser observados entre as áreas: intelectual, psicomotora, linguística e afetivo-emocional. Exemplo: a criança aprende a ler em tenra idade, mas encontra dificuldade na escrita ou o aluno tem uma excepcional habilidade em matemática sendo porém medíocre em ortografia e escrita, isto pode acarretar frustrações e ansiedades, porque se espera que sejam bons em tudo.

Os mais dotados e talentosos têm a facilidade de resolver problemas de formas diferentes e criativa que é chamada de inteligência integrativa e também têm aqueles com inteligência dispersiva é a que permite lembrar e usar fatos isolados e associações que não necessariamente precisam fazer sentido em um todo maior. Estas crianças podem apresentar no meio escolar, distúrbios de aprendizagem.

Comentamos que a criatividade está presente em todas manifestações das crianças mais dotadas e talentosas, justamente por ela ser autora de sua formação (autoformação) e como o processo de sinapses são mais intensos nestas pessoas ou seja, mais rápido do que em uma pessoa normal. Penso que a lógica das aparências vem sempre recoberta por fatores imprevisíveis em que, como tão bem explica o neurobiologista americano Karl Pribani: “o todo é diferente das partes”. Ele descobriu a estrutura holográfica do neurônio. Cada neurônio contém também a informação do Todo. O que, de uma certa forma explica a criatividade permear todas as atividades do fazer dos mais dotados e talentosos, não necessariamente direcionada só às Artes.

 

Falando sobre o YouTube – Sean Paul

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Adorei

O que a escola pode fazer nesta questão, Drogas?!

Fico pensando!!! Impedir que as cças e adolescentes experimente algum tipo de droga, acho muito difícil. Podemos até fazer um paralelo com o sexo. Temos n fatores que o incentivará para que experimente. Então o que fazer para que qdo experimentar não fique viciado?
Estive pesquisando e me deparei com uma entrevista do Dr. Dartiu Xavier (psiquiatra e especialista em dependência química), que diz: “O foco mais importante não é mais evitar a primeira experiência com droga, mas o uso indevido, a dependência. Como se faz isso? Trabalhando coisas que, aparentemente, não têm nada a ver com drogas: autoestima.
Autoimagem, relação com o corpo, com sexualidade, com os modelos que os adultos representam. Se esse adolescente estiver bem consigo mesmo, ele pode até mesmo experimentar drogas sem que necessariamente ele vá ficar dependente.
Quem vai se viciar é aquele que está se sentindo o mais feio, o mais burro, o que não arruma namorada, e assim por diante. Esses seriam fatores de risco.”

Acho que neste enfoque a Escola pode sim ajudar e muito.

Falando sobre YouTube – SLASH – Blues

Maravilhoso

O compromisso do professor como educador e cidadão. Sabemos que a cça aprende através dos modelos. Pergunto: Todos os professores estão preparados como bons modelos? Todas as pessoas que trabalham na escola são bons modelos?

A aprendizagem ocorre, isto em todos os sentidos, por meio da interação com o outro e o meio onde vive. Então, outra pergunta surge: Quais os valores que devemos trabalhar e os limites que devem ser conscientizados?

Acho que estabelecido isto, todos os envolvidos devem trabalhar arduamente,como se fossem uma única voz, um único modelo. Porque diversidade de modelos tb gera conflito.

Os psicólogos, estão de acordo, de que criança que não obedece regras, combinados, não sabem respeitar os limites, são as mais propensas a usar drogas.

Portanto, a escola,a família e todo o entorno (rede) devem ter uma única postura e fala.

Este eu acho que deva ser o primeiro passo.

Hello world!

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Creio que podemos reportar a Paulo Freire, que dizia que educar é conhecer, é ler o mundo, para poder transformá-lo.Porque a educação é um ato dialógico, assim, o ato de conhecer e de pensar estão diretamente ligados à relação com o outro. O conhecimento precisa de expressão e de comunicação. Não é um ato solitário. Além de ser um ato histórico, gnosiológico e lógico,contém um quarto elemento que é a sua dimensão dialógica.
Para educar, não se parte de categorias abstratas, mas das necessidades das pessoas, capturadas nas suas próprias expressões (valor da oralidade)e analisadas por ambos, educador e educando.
Para termos realmente sucesso neste processo e resgatar a cça e o adolescente, a Escola deveria se abrir para o mundo, porque o novo paradigma educativo funda-se na condição planetária da existência humana. Ela precisa ser um espaço organizador dos múltiplos espaços de formação, exercendo uma função mais formativa do que informativa. Precisa tornar-se um “círculo de cultura”, como dizia Paulo Freire, muito mais gestora do conhecimento social do que lecionadora.
A pedagogia do diálogo que ele praticava, fundamenta-se numa filosofia pluralista, que significa, ter um ponto de vista e, a partir dele, dialogar com os demais, portanto ele era acima de tudo um Humanista.

  • Assim não precisamos reinventar a “roda”, é simplesmente começarmos a ver o educando não como um “objeto de produção”, mas como um ser humano em desenvolvimento e formação, e a Escola passar realmente a ocupar este espaço. Prepará-lo para a vida e não para o trabalho como fator primordial, mas secundário.

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Falando sobre YouTube – Peppino di Capri – Champagne (1973)

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